Uma analogia que pode ilustrar bem essa situação é a de um maestro em uma orquestra desafinada:
Imagine que você faz parte de uma orquestra. Cada músico tem um papel importante para garantir que a música saia perfeita. No entanto, há alguns que tocam fora do ritmo ou desafinam. Você sabe que está tocando corretamente, seguindo a partitura, mas aqueles que estão errando tentam apontar o dedo para você como se o erro fosse seu.
Assim como o maestro que conhece bem a música e sua função, você tem a certeza de que está no lugar certo e desempenhando o papel que lhe cabe. Mesmo que algumas pessoas critiquem, você segue tocando com convicção, sabendo que está contribuindo para o resultado final, enquanto os outros, na verdade, precisam de mais prática e autocrítica.
Em um setor público, essa convicção vem da ética, do compromisso e da certeza de estar cumprindo sua missão, apesar das críticas de quem, muitas vezes, está mais perdido do que afinado.
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